Portugal | Para Lá da Kapa
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quinta-feira, 19 de março de 2020

𝗖𝗼𝗿𝗼𝗻𝗮𝘃𝗶𝗿𝘂𝘀 | 𝗖𝗮𝘀𝗼 𝗱𝗲 𝗘𝘀𝘁𝘂𝗱𝗼 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗮 𝗡𝗼𝘃𝗮 𝗣𝗮𝗻𝗱𝗲𝗺𝗶𝗮

A Covid-19 é uma doença infeciosa causada pelo vírus SARS-CoV-2 (Síndrome Respiratória Aguda Grave – Coronavírus 2) e reacendeu um revés que a nossa sociedade não tinha desde a gripe espanhola de 1918. Pode ser uma memória distante, mas a gripe espanhola vitimou 50 milhões de pessoas, o equivalente a 200 milhões hoje e três vezes o número de soldados que morreu durante os quatro anos da Primeira Guerra Mundial (1). Neste ensaio, pretendo refletir sobre as características que levaram a que o SARS-CoV2 tenha sido considerado uma “Emergência Global de Saúde Pública” pela OMS e o que está atualmente a ser feito para detê-lo. A possibilidade do vírus se tornar uma calamidade tão letal quanto a gripe espanhola ainda está de pé.

O novo coronavírus, CDC

Primeiro, é crucial entender quais as características de SARS-CoV-2 o tornam tão dramático. O vírus pertence ao género Coronavírus, que inclui membros que infetam regularmente os seres humanos, como algumas constipações (cerca de 10-15%, 2) e vírus notavelmente perigosos, como SARS e MERS, capazes de matar 10% e 35% das suas vítimas, respetivamente (3). No entanto, o vírus da Covid-19 possui atributos que o diferenciam de todos os outros membros. Por um lado, é menos contagioso do que as constipações, embora muito mais perigoso. Por outro lado, não é tão mortal quanto o SARS e o MERS, mas uma pessoa pode transmiti-lo com ausência ou leve sintomatologia, algo bastante incomum para os outros dois vírus. Esta última característica foi uma ferramenta crucial na contenção nas epidemias de SARS e MERS, uma vez que o pessoal médico podia isolar os doentes quando começavam a exibir sintomas, que coincidia com a altura em que ficavam contagiosos. 

Na situação do novo coronavírus, os sintomas são facilmente confundidos com viroses pouco severas e, assim, podem passar desapercebidos na população até haver um número elevado de casos, como aconteceu em Itália e em diversas outras regiões. Citando o conceituado imunologista Anthony Fauci, “em infeções, particularmente infeções respiratórias, quão mais eficiente for um vírus a propagar-se, menor número de casos fatais terá. É por isso que o surto da gripe H1N1, em 2009, não foi considerado uma pandemia particularmente grave. O vírus espalhou-se muito, muito bem, mas a sua taxa de mortalidade foi bastante reduzida." Nesta entrevista, Fauci alertou que havia exceções à regra, como a já referida gripe espanhola de 1918, que era consideravelmente contagiosa e fatal. Cem anos depois, deparamo-nos com outra exceção. Contudo, estes dados não são um indício que SARS-CoV-2 seguirá as pegadas da gripe espanhola, uma vez que o mundo avançou, não está assolado pelas condições deploráveis da Grande Guerra e possui meios mais eficientes para lidar e conter pandemias.

Evitar contrair Covid-19, CDC
Relativamente às rotas de transmissão de SARS-CoV-2, ainda não são totalmente conhecidas. Acredita-se que as pessoas infetadas espalhem a doença principalmente por gotículas de saliva enquanto espirram, tossem e falam e por fómites (qualquer objeto capaz de transferir o vírus de um doente para um novo hospedeiro). Como mencionado, a reduzida sintomatologia de algumas pessoas predispõe-nas a transmitir a doença sem se aperceberem que têm Covid-19, além de que diversos estudos indicam que o vírus é capaz de sobreviver em superfícies por vários dias (mais de 3 dias em plástico/aço inoxidável, até 4 horas em cobre e 24 horas em cartão) e em aerossol por até 3 horas (4). Outras formas de transmissão, apesar de menos comuns, podem ser por contato com sangue, matéria fecal e urina contaminados (5). 

Sucintamente, a progressão da Covid-19 varia desde a ausência ou surgimento de sintomas inespecíficos (como febre, fadiga e tosse seca) até condições potencialmente fatais, como pneumonia grave, síndrome do desconforto respiratório agudo, sepses e falência de vários órgãos (6). A Covid-19 é especialmente grave para idosos e indivíduos com diabetes, doenças cardiovasculares, hipertensão ou cancro (7 & 8). Os homens são mais suscetíveis à doença, provavelmente por as mulheres terem um sistema imune mais robusto (9, 10, 11 & 12).

Informações recentes da OMS sugerem que a 'taxa bruta de mortalidade' do Covid-19 é de cerca de 3 a 4%, dependendo da qualidade do sistema de saúde, da idade média da população, entre outras variáveis ​​(7). É de salientar o quão cautelosa a OMS aplica o termo 'bruto', pois dados recentes indicam que a taxa de mortalidade pode ser muito inferior à atualmente estimada e há duas razões principais para o efeito (13 & 14). Primeiro, reconhece-se que algumas pessoas não desenvolvem sintomas severos de Covid-19. Consequentemente, muitos casos leves podem não ser numerados. A título de exemplo, um estudo chinês mostrou cicatrizes nos pulmões de um paciente contagioso com o novo coronavírus, embora ele não apresentasse sintomas. O diagnóstico foi confirmado: pneumonia assintomática por Covid-19 (15 & 16). Um outro exemplo é um homem de 27 anos do cruzeiro japonês. Foi confirmado que ele estava infetado com Covid-19 e que havia apresentado sintomas gripais por quatro dias; no entanto, o estudo concluiu que ele permaneceu contagioso por mais de duas semanas (17). Estudos posteriores são necessários para corroborar e determinar a ocorrência de tais situações, contudo, fica demonstrado uma das características que podem estar a dificultar a contenção da pandemia.

Sars-CoV-2, Public Domain

Dadas as informações e os casos discutidos, a eficácia das quarentenas implementadas por vários países pode ser questionada. A China foi certamente bem-sucedida com o isolamento, mas deve enfatizar-se que os chineses estão mais acostumados a seguir os cuidados para impedir a propagação de vírus e, mesmo assim, interromperam a sua economia para conter o SARS-CoV-2. A NASA informou recentemente que as emissões de gases venenosos para o meio ambiente haviam diminuído drasticamente na China devido à quarentena do país (18, e, há poucos dias, em Itália). O esforço do povo chinês parece ter sido gratificante, porém, o enigma permanece: terá sido suficiente para impedir que o vírus os ameace novamente? 

Devemos considerar profundamente a questão anterior antes de ponderar suspender por completo a economia da Europa, uma vez que uma nação falida é imensamente mais débil a enfrentar uma pandemia. É certo que o governo português já mediou tais consequências e procurou o melhor equilíbrio entre conter a doença e manter minimamente a sustentabilidade do país, como enunciou o estimado Presidente Marcelo Rebelo de Sousa: "Só se salvam vidas e saúde se, entretanto, a economia não morrer”.

Perguntas e respostas ao Coronavirus, Pixabay

Para responder ao dilema corrente e tendo em conta que as previsões mais otimistas para a obtenção de uma vacina predizem pelo menos um ano de distância, os cientistas também devem determinar se os pacientes que superaram a Covid-19 são imunes a reinfeções pelo vírus. Caso se confirme, a abordagem do Reino Unido de imunizar naturalmente a população pode ser uma solução realista. Claro que, para tal fim, as pessoas incluídas nos grupos de maior risco devem evitar a exposição, como o governo inglês tem sugerido e implementado.

Por fim, estudos futuros devem ainda concentrar-se em várias incertezas sobre o Covid-19, especialmente se é possível e plausível contê-lo a longo prazo, clarificar a taxa de mortalidade média e definir tratamentos medicamentosos para superar os piores sintomas do vírus (já há alguns em fase experimental).

Referências

1 — Patterson, K.D. & Pyle, G. F. (1991). The geography and mortality of the 1918 influenza pandemic. Bulletin of the History of Medicine, 65(1): 4–21.
2 — Heikkinen, T. (2003). The common cold. The Lancet Infectious Diseases, 361(9351): 51-9.
3 — Cascella, M., Rajnik, M., Cuomo, A., et al. (2020). Features, Evaluation and Treatment Coronavirus (COVID-19). Treasure Island (FL): StatPearls Publishing. Available from: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK554776/
4 — van Doremalen, N., Bushmaker, T., Morris, D., Holbrook, M., Gamble, A., Williamson, B., Tamin, A., Harcourt, J., Thornburg, N., Gerber, S., Lloyd-Smith, J., de Wit, E. & Munster, V. (2020). Aerosol and surface stability of HCoV-19 (SARS-CoV-2) compared to SARS-CoV-1. Available from: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2020.03.09.20033217v2.full.pdf+html
5 — Cai, J., Sun, W., Huang, J., Gamber, M., Wu, J. & He, G. (2020). Indirect virus transmission in cluster of COVID-19 cases, Wenzhou, China, 2020. Emerging Infectious Diseases, 26(6).
6 — Serviço Nacional de Saúde (2020). Quais são os sinais e sintomas? SNS 24. Available from: https://www.sns24.gov.pt/tema/doencas-infecciosas/covid-19/
7 — World Health Organization (2020). Coronavirus disease 2019 (COVID-19). Situation Report – 46. Available from: https://www.who.int/docs/default-source/coronaviruse/situation-reports/20200306-sitrep-46-covid-19.pdf?sfvrsn=96b04adf_2
8 — WorldOMeter (2020). Age, Sex, Existing Conditions of COVID-19 Cases and Deaths. Available from: https://www.worldometers.info/coronavirus/coronavirus-age-sex-demographics/
9 — Karnam, G., Rygiel, T.P., Raaben, M., Grinwis, G.C.M., Coenjaerts, F.E., Ressing, M.E., et al. (2012). CD200 Receptor Controls Sex-Specific TLR7 Responses to Viral Infection. PLOS Pathogens, 8(5): e1002710.
10 — Peretz, J., Pekosz, A., Lane, A.P. & Klevin, S.L. (2016). Estrogenic compounds reduce influenza A virus replication in primary human nasal epithelial cells derived from female, but not male, donors. American Journal of Physiology, 310(5).
11 — Taneja V. (2018). Sex Hormones Determine Immune Response. Frontiers in immunology, 9: 1931.
12 — Frodsham, G. (2011). 'Man flu' - do women just have stronger immune systems? BioNews. Available from: https://www.bionews.org.uk/page_93215
13 — Wilson, N., Kvalsvig, A., Barnard, L.T. & Baker, M.G. (2020). Case-fatality estimates for COVID-19 calculated by using a lag time for fatality. Emerging Infectious Diseases, 26(6).
14 — Kelland, Kate. (2020). Why COVID-19 'Death Rates' Are Not What They Seem. U.S. News. Available from: https://www.usnews.com/news/world/articles/2020-03-12/why-covid-19-death-rates-are-not-what-they-seem
15 — Lin, C., Ding, Y., Xie, B., et al. (2020). Asymptomatic novel coronavirus pneumonia patient outside Wuhan: The value of CT images in the course of the disease. Clinical Imaging, 63: 7–9.
16 — Shi, H. & Zheng, C. (2020). Radiological findings from 81 patients with COVID-19 pneumonia in Wuhan, China: a descriptive study. The Lancet Infectious Diseases. Available from: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1473309920300864?via%3Dihub#!
17 — Arashiro, T., Furukawa, K. & Nakamura, A. (2020). COVID-19 in 2 persons with mild upper respiratory tract symptoms on a cruise ship, Japan. Emerging Infectious Diseases, 26(6).
18 — NASA. (2020). Airborne Nitrogen Dioxide Plummets Over China. Earth Observatory: NASA. Available from: https://www.earthobservatory.nasa.gov/images/146362/airborne-nitrogen-dioxide-plummets-over-china


quarta-feira, 25 de julho de 2018

Cinema interativo pela 1ª vez em Portugal

Pela primeira vez em Portugal, os espectadores decidem, em tempo real, o final de um filme no cinema. É o caso de "Linhas de Sangue", a estrear amanhã.


Esta iniciativa inovadora decorre de 26 a 29 de julho, nas sessões de "Linhas de Sangue’", nos Cinemas NOS Colombo (21h30), Cinemas NOS Braga Parque (21h10), Cinemas NOS NorteShopping (21h10) e Cinemas NOS Fórum Algarve (21h40). No início de cada sessão, cada espectador recebe um comando, através do qual escolherá um de dois finais possíveis. O final mais votado será aquele que será exibido.

Linhas de Sangue

Realizada por Manuel Pureza e Sérgio Graciano, "Linhas de Sangue" é uma comédia nonsense que conta com a participação 54 atores portugueses, destacando Catarina Furtado, Débora Monteiro, Joaquim Horta, José Fidalgo, José Raposo, Marina Mota, Miguel Costa, Paulo Pires, entre muitos outros.

Sinopse | LINHAS DE SANGUE

Um conjunto de malfeitores ameaça a ordem e a paz em Portugal. A resposta não tarda e logo surgem heróis, mais ou menos acidentais, sob a batuta de uma velha glória das forças secretas portuguesas, que vão resolvendo uma série de incidentes que ameaçam a soberania nacional. Mas, como já estamos todos habituados, o pior dos inimigos está a guardar-se para o fim.

Será o nosso grupo de bravos e corajosos, suficientemente forte para enfrentar a ameaça do Chanceler?

Trailer | PREPARA-TE PARA O PRIMEIRO FILME INTERATIVO DE PORTUGAL

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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Os Filmes Menos Apreciados pelos Portugueses em 2017


Depois de divulgarmos os melhores filmes de 2017, chegou a hora de partilharmos quais foram os títulos menos apreciados pelos portugueses.
Eis os nomeados:


10. "ENTRE RIVAIS"


Entre Rivais era daqueles filmes que tinha tudo para ser bem sucedido: um elenco fantástico, um realizador promissor e um guionista cativante. Infelizmente, esta tripla de atores de renome falhou redondamente, fazendo uma paródia indigna do grande ecrã. Mesmo assim, conquistou 2.2% dos votos dos portugueses. Para saberes a nossa opinião completa ou dar-nos a tua, visita esta página.

9. "O FIM DA INOCÊNCIA"


Um filme 100% nacional. O Fim da Inocência apenas conseguiu o apoio de 2.1% portugueses.

8. "ERA UMA VEZ EM LOS ANGELES"


Este título é capaz de ter sido o que o nosso blogue mais criticou. É sem dúvida o pior filme de todos os tempos de Bruce Willis e bem merecia o 1º lugar desta lista, segundo os nossos críticos. No entanto, os portugueses salvaram-no com 1,9% dos votos. Descobre aqui as razões da nossa desilusão.


7. "KILL SWITCH"


Kill Switch é um filme que aspira a muito, mas cumpre pouco. Numa frase, é um jogo de computador com escassas bases e uma história confusa. Para saberes mais deste título ou expor-nos a tua análise, visita-nos aqui. 

6. "CONSPIRAÇÃO TERRORISTA"


De todos os nomeados desta lista, este é o que menos merece. Embora só tenha conseguido o apoio de 1,5% dos portugueses, a Conspiração Terrorista tem um enredo coeso e elenco prestável. Caso queiras saber mais ou criticar este título, fá-lo aqui.


5. "A MARCHA DOS PINGUINS 2"


Sendo um documentário, é compreensível que A Marcha dos Pinguins 2 não seja o filme perdileto do povo. Mesmo assim, mereceu o apoio de 1.5% dos portugueses. Vê a nossa opinião ou dá-nos a tua aqui.

4. "STRATTON: FORÇAS ESPECIAIS"


Stratton é um filme de ação normal. Tem todos os clichés típicos do tema e, talvez por isto, tenha alcançado esta má classificação. Obteve 1,3% de votos. Para conheceres a nossa opinião completa de Stratton ou para nos dares a tua, visita-nos aqui.

3. "ALIBI.COM"


Alibi.com é uma comédia francesa com alguma graça. Talvez perca por ter um humor um pouco estúpido, mas também merece os louros pelas lições de vida que apresenta. Surpreendentemente, apenas conseguiu 1,1% do apoio dos portugueses. Descobre a razão da nossa surpresa e dá-nos a tua opinião aqui.


2. "BLACKWAY"


Blackway é um título incomum que conseguiu fugir à banalidade dos filmes de ação. Talvez pela sua perspetiva original não tenha sido tão bem aceite por um povo tradicional. Conseguiu 0,9% do apoio português. Para descobrires mais sobre ele, visita-nos aqui.

1. "BAYWATCH"


Um dos poucos filmes que não chegámos a criticar, Baywatch conquistou o topo dos filmes menos apreciados pelos portugueses. No total, conseguiu satisfazer 0,4% do povo. Como não temos opinião, resta-nos passar-te a palavra sobre a razão desta nomeação.

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sábado, 20 de janeiro de 2018

Publicações da Semana 11

Uma semana cheia de cinema, não só divulgámos os Melhores Filmes de 2017 segundo centenas de portugueses, como também abordámos um dos maiores título de terror.


Os Melhores Filmes 2017 revelaram-se uma grande surpresa (principalmente devido ao filme que conquistou o 1º lugar). É uma boa lista para conhecer alguns títulos que te passaram ao lado, ou simplesmente recordá-los.

Insidious: A Última Chave é aquele tipo de terror que podes ir ver à hora de almoço (quando a sala de cinema está vazia)... para apanhares uns sustos a valer! A história é engraçada e, logo no primeiro ato, o filme começa com algo surpreendentemente assustador...

Os Melhores Filmes 2017, Insidious, A Última Chave, semana 11

OUTRAS PUBLICAÇÕES DA SEMANA

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Melhores Filmes de 2017, segundo os portugueses.


Centenas de portugueses escolheram os títulos que mais gostaram de 2017.

Depois de muita reflexão, eis os nossos resultados:


10. "LIGA DA JUSTIÇA"

Liga da Justiça

Com o merecido 10º lugar, a Liga da Justiça conquistou 18% dos portugueses. Caso queiras saber mais sobre o filme ou comentá-lo, podes fazê-lo aqui.

9. "THOR: RAGNAROK"

Thor: Ragnarok

Thor: Ragnarok foi certamente um dos filmes mais vistos do ano. Como se isto não chegasse, acaba de ser considerado um dos melhores filmes de 2017 por 20% dos portugueses que participaram na votação. Se queres saber mais sobre este título da Marvel ou dar-nos a tua opinião, fá-lo aqui.

8. "LOGAN: O WOLVERINE"

Logan, o wolverine´

Embora considerado um filme demasiado demorado, o Logan conseguiu o 8º lugar com o apoio de 22%  dos participantes. Para saberes mais sobre o Wolverine ou contar-nos a tua perspetiva do filme, carrega aqui.

7. "BABY DRIVER"

Baby Driver

Um dos filmes com mais ação do ano, Baby Driver conquistou 23% do público português.

6. "A BELA E O MONSTRO"

A Bela e o Monstro

Considerado o filme live-action mais belo da Disney, A Bela e o Monstro foi o 3º filme mais visto de 2017 com mais de 500 000  visualizações. Para além disto, cativou 26% do público português. Se queres saber mais sobre o filme ou comentá-lo, podes fazê-lo aqui.

5. "IT"

IT

O remake dum dos maiores clássicos de terror, IT conseguiu aterrorizar 29% do povo português de tal forma que conquistou o 5º lugar. Queres saber todas as curiosidade sobre o filme? Então visita o nosso artigo exclusivo!

4. "O GRANDE SHOWMAN"

O Grande Showman

Um dos últimos filmes de 2017, O Grande Showman não perdeu tempo a afeiçoar-se a Portugal. Conseguiu mais de 30% dos votos!

3. "MULHER-MARAVILHA"

Mulher-Maravilha

A maior aposta feminina da DC Comics, A Mulher-Maravilha dominou o cinema português. Mesmo nem estando nos 20 filmes mais visto do ano, alcançou o apoio de 32% de portugueses.

2. "STAR WARS: OS ÚLTIMOS JEDI"

Star Wars, Os Últimos Jedi

Star Wars: Os Últimso jedi foi uma das maiores incógnitas de 2017. Depois do fracasso do filme anterior (Star Wars: Rogue One), este título ditou o futuro da saga... e, com 33% dos votos, não é difícil de ver que foi bem sucedido. Caso queiras conhecer a nossa crítica do filme ou dar-nos a tua opinião, visita este artigo.

1. "PIRATAS DAS CARAÍBAS: HOMENS MORTOS NÃO CONTAM HISTÓRIAS"

Piratas das Caraíbas, Homens Mortos Não Contam histórias

Esta foi a maior surpresa da lista... Ninguém diria que Piratas das Caraíbas ia dominar Portugal com o apoio de 35% do povo! Talvez não o melhor da saga, não deixa de ser um título peculiar. Se queres saber mais sobre ele ou dar-nos a tua derradeira opinião, visita esta página.


ESTES TÍTULOS TAMBÉM TÊM MÉRITO:

11. Jumanji: Bem-Vindos à Selva (com o voto de 17% dos participantes)
12. Coco (17%)
13. Guardiões da Galáxia 2 (16%)
14. Kingsman: O Círculo Dourado (16%)
15. Velocidade Furiosa 8 (15% e é o filme mais visto do ano)
16. O Homem-Aranha: Regresso a Casa (14%)
17. Gru, O Maldisposto 3 (14%)
18. Dunkirk (14%)
19. O Guarda-Costas e o Assassino (13%)
20. Blade Runner (13%)
21. Pitch Perfect 3 (12%)
22. Valerian e a Cidade dos Mil Planetas (10%)
23. Get Out (9%)
24. A Múmia (8%)
25. Carros 3 (8%)
26. Ferdinando (7%)
27. Assassino Americano (7%)
28. Geostorm: Ameaça Global (7%)
29. Annabelle 2 (6%)
30. Transformers: O Último Cavaleiro (6%)


VÊ TAMBÉM:

domingo, 26 de novembro de 2017

Portugal VS Brasil - LIVROS MAIS VENDIDOS


  Comentei este assunto com uma amiga, no outro dia. Quais são os Tops de Vendas em Portugal... e no Brasil?  Preparem-se... Pois estão prestes a descobrir!



Portugal 

  O livro mais vendido em Portugal foi o Vaticanum, do Ilustre José Rodrigo dos Santos, com mais de 93 000 exemplares vendidos até à data. Tenho a honra de ainda poder dizer que a maioria das obras que estão no TOP 10 de mais vendidos no país são de autores nacionais. É razão de orgulho, Portugueses!




Brasil

  O livro mais vendido no Brasil, por outro lado, foi o Viver Depois de Ti, de Jojo Moyes, com 352 330 exemplares vendidos. É com pesar que vos conto que, no TOP 10 de livros mais vendidos no Brasil, só dois são de escritores nacionais.
Não é motivo de festejo, mas só cabe ao povo brasileiro mudar isso. Lembrem-se: "Não são as editoras, nem as livrarias que escolhem o que lemos. Somos nós, com cada preconceito que imaginamos."







  É de louvar que Portugal, com o seu tamanho modesto, sustente um mercado nacional tão digno... Continuem assim! 😉

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

A CAIXA DE PÁSSAROS - Opinião

Título: Caixa de Pássaros
Autor: Josh Malerman
Editora: Intrínseca
Sinopse: Ver aqui
Lançamento: 2015

  Hoje, cumprimento-vos com o thriller que está a dar que falar na América! A Caixa de Pássaros tem milhões de cópias vendidas, está a ser adaptada para filme e que melhor altura para a ler, que agora? 

  Tudo começou com uma, duas, Três, QUATRO mortes e, quando se dão conta, é tarde demais. As mortes ultrapassam os milhões! O mais surpreendente é como todas elas resultam de suicídios... Neste thriller fascinante, John Malerman presenteia-nos com duas perspetivas antagónicas, espelhadas nas decisões de uma jovem mãe que, no meio deste cenário caótico, tem de criar dois filhos sozinha, adaptados, o quanto possível, às novas regras que regem o mundo. Parece fácil, se não tivermos em conta o passado da Malorie, os seus encargos, as suas cicatrizes, as "criaturas" responsáveis pelos suicídios... E o seu desejo de liberdade. Tal como José Saramago no Ensaio sobre a Cegueira, Josh presenteia-nos com um mundo onde a visão nos é tirada... em troca da vida!




  Deparei-me com esta obra, quando uma leitora ma apresentou. Eu já tinha lido bons livros de suspense, até então... Mas nenhum como este! Do início ao fim, estamos com o coração nas mãos, o mistério é alucinante e o terror surpreendente. Se são fãs daqueles livros que, quando começam a ler, só se dão conta de o ter acabado, vão em frente! Pessoalmente, só não adorei o final... Tinha tantas perguntas! O que são as criaturas? A família da Malorie está viva? Para onde poderá ela fugir? ... O que aconteceu ao Mundo? I
sso, terão de ser vocês a descobrir!





quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Cinzas de um Novo Mundo - Opinião


Título: Cinzas de um Novo Mundo
Autor: Rafael Loureiro
Editora: Editorial Presença
Sinopse: Ver aqui
Lançamento: junho de 2016

  Que vos sugere este título? Destruição? Esperança? Morte? O certo é que é um livro único do género! Passa-se num futuro atribulado, num mundo contaminado por nuvens de poluição, chuvas ácidas e doenças avassaladoras. 
  As Organizações Mundiais caíram, os países dos diferentes continentes uniram-se e uma guerra eminente surge. A poluição tóxica varre milhões e a fome outros tantos. Em Portugal, a população é dividida por zonas!
  A Zona 1, com alguns privilégios e energia, a Zona 2, sobrevivendo através de barras proteicas, a Zona 3, onde a desordem e a morte reinam e a Zona 4, uma "suposta" zona morta e inóspita...

O que mais gostei neste enredo, foi ver este caos pela perspetiva de um agente da paz, uma assassina, um soldado e um Imortal. Tudo passado em Portugal que, combinado com uma escrita fluída e cuidada, faz desta obra algo a não perder!


O Primeiro

Podia começar com uma biografia, ou dar-te as boas vindas! A segunda parece-me uma opção mais viável. Ainda não me decidi quanto à introdução.
Sinceramente, adoro ler, escrever e aventurar-me por mundos improváveis. Os livros sempre ocuparam uma parte da minha vida.

Nesta plataforma pessoal, podes contar com as minhas observações dos mundos que visito e, eventualmente, habito. Terei atenção aos livros internacionais, sem nunca esquecer os nacionais, abordarei os mais procurados e os menos amados. No meio disto, aguarda também desafios e escritos da minha autoria.




Até breve

Luís J. Amaral



«Com o tempo, tudo parte

E a memória tudo estima.»


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