O workshop terá lugar este domingo (dia 15) às 16h00 na Livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa. É uma oportunidade única para quem procurar enveredar pelo mundo editorial. Infelizmente, estarei demasiado longe para marcar presença... e tu?
Embora não tenha realizado a recensão deste título no blogue, já o li faz meses e posso assegurar que é a aquisição ideal se procuras conhecer a carapaça do mundo editorial nacional. Somos um país diferente e pequeno, pelo que este livro completa algumas lacunas que até então estavam por preencher.
Esta iniciativa enquadra-se na celebração do Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor do Grupo BertrandCírculo. Descobre mais projetos para este mês festivo aqui.
Género: 30% Fantasia, 30% Aventura, 20% Scifi, 20% Drama
Considerada por muitos uma das melhores séries fantásticas de sempre, a 3ª temporada de The Magicians começa com uma beleza singular. Somente o último episódio deixa a desejar.
Se há temporada com imaginação, um guião perto do inigualável e personagens fortes, singulares e bravas é esta terceira temporada de The Magicians. A série começou com o pé atrofiada na primeira temporada, onde nos expôs uma realidade diferente, bizarra e com personagens complicadas. Na temporada seguinte, a criatividade não deixou de ser regra, e o que parecia uma reviravolta demasiado grande revelou-se um mundo sem limites. Finalmente na terceira, a série mostra-nos quase todo o seu esplendor, perdendo-se tão perto do... final.
Para além de uma equipa de maquilhagem e um conjunto de efeitos originais, os próprios pormenores fogem à regra. Pensas que as fadas são seres pequenos e inocentes que saltitam de flor em flor? Bem, não é bem assim (podes confirmar pela imagem abaixo). Como este exemplo, temos os dragões, a definição de divino e....
Também há lugar para o romance, embora mais doseado do que nas temporadas anteriores e centrado nos casais Kady/Penny e Quentin/Alice. Algumas personagens, como a Alice (Olivia Taylor Dudley) e o Quentin (Jason Ralph), ficam mais humanas e bem menos irritantes. O mundo sem magia foi muitíssimo bem aproveitado, tal como o dom que a Julia (Stella Maeve) foi alvo. Para além da demanda de recuperar a magia, cada um teve os seus próprios desafios pessoais. Alguns vieram com bastante humor, enquanto outros ainda tiveram musicais estranhamente bem desenvolvidos e emotivos.
Como a maioria das série, especialmente as de muita ficção, The Magicians deixa algumas pontas soltas. Podemos preencher quase todas com o que "pensamos que aconteceu", porém, sobram pares de perguntas sem resposta. Se tens vontade de responder, temos um artigo a fermentar apenas sobre o assunto.
O elenco merece um aplauso com a plateia de pé. Ao contrário de antes, poucos foram as personagens que não brilharam durante esta temporada. Começou com o pé direito, caminhou para a meta com os dois, e passou a meta quase sem nenhum. É certo que não esperamos um felizes para sempre quando se trata de The Magicians, mas daí ao final que se sucedeu.... (Alerta Spoiler!). É uma desilusão ver a Júlia perder os seus poderes, quando finalmente é aceite no mundo divino. A Rainha das Fadas (Candis Cayne), que até então tinha sido impecavelmente avivada, parece ter sido morta à pressa, restando a dúvida se por não quererem mais a atriz na temporada seguinte, ou por precisarem de magia para fazer o episódio final. Uma imperatriz que matava qualquer um que lhe fizesse frente, deixa-se morrer por nada? O final do grupo de mágicos também deixou muito a desejar. A Alice não podia ser mais previsível, nem mais oportuno o aparecimento dos bibliotecários no momento a seguir à Julia perder os poderes divinos.
Após o desfecho da temporada, sobra a vontade de saber mais, embora não se compare à curiosidade que tive durante o seu desenvolvimento, que supera tanto o inicio, como o final.
A 3ª temporada de The Magicians pode começar sem magia, mas está repleta de fantasia. Com um enredo singular e um elenco de congratular, satisfaz.
Trailer | CONHECE A TERCEIRA E MELHOR TEMPORADA DE THE MAGICIANS
Com a estreia do filme mais esperado e da comédia com o melhor humor da semana, apresentamos as nossas mais recentes análises e opiniões.
A Batalha do Pacífico: A Revolta surpreende pelos gráficos e efeitos cénicos aprimorados. Infelizmente, esta sequela perde-se na sombra do original do Guillermo Del Toro. Descobre a crítica completa.
A Madame é uma comédia fora incomum. Possui um elenco não tão conhecido, mas muito habilidoso. Inicialmente única, a história evolui para os romances mais normais... só para acabar de uma maneira completamente inesperada. Lê a análise completa.
Batalha do Pacífico: A Revolta vem com efeitos visuais de arrasar. O guião não é original, coeso ou dinâmico como o primeiro. Entretém, mas desilude os fãs.
Esta é das sequelas que só deves conhecer após veres o primeiro. As personagens estão interligadas entre os filmes, tal como os monstros (Kaijus) que podes ver na imagem abaixo. Infelizmente, deixa algumas pontas soltas, ainda mais para quem vê a sequela sem conhecer o anterior.
Os efeito visuais são a qualidade que faz este título suportável para o cinema. Um pouco por todo o mundo, havia pessoas com medo de que Pacific Rim 2 se aproximasse dos Transformers. De certa forma, aproximou-se. Enquanto o primeiro mexia com o nosso ser, este puxa pelo imaginário e apresenta um universo que mais parece querer vender figurinhas dos Jaegers (robôs) e dos Kaijus (monstros). Considero o primeiro uma das melhores realizações do Guillermo Del Toro, pelo que fiquei bastante desapontado com o desfecho deste.
O elenco não está de parabéns. Nenhuma personagem conseguiu a afinidade que houve na Batalha do Pacífico anterior, a não ser a atriz Rinko Kikuchi, sob a pele da Mako Mori. (Spoiler Alert!) Como se não precisassem da Mako, fazem o favor de a matar no primeiro quarto de hora. Depois, há pormenores como o filho (John Boyega) repentino do General Pentecost. Afirma ter ido para ranger para passar tempo com o pai, mas não tem uma única referência no primeiro Batalha do Pacífico, onde o pai e a irmã foram personagens principais. Também há partes que podem ser necessárias, mas são um remake do original.
Concluo, com tristeza, que Batalha do pacífico: A Revolta vale o que se cobra no cinema, apenas para conheceres os efeitos visuais e os cenários notáveis. Excluindo isso, é uma aventura sem doçura, indicada para jovens e crianças.
Batalha do pacífico: A Revolta é destina ao público juvenil. Não tem uma história coesa, e perdeu a maioria da originalidade.
Sinopse | BATALHA DO PACÍFICO: A REVOLTA
Quando uma ameaça ainda mais imparável começa a destruir as cidades e coloca o mundo a seus pés, a sua irmã Mako Mori (Rinko Kikuchi) dá-lhe mais uma oportunidade para seguir o legado do pai.
Mako lidera uma nova geração de pilotos que cresceu durante a guerra. Enquanto procuram justiça para os que morreram, a sua única esperança consiste em permanecerem unidos numa resistência global contra as forças que pretendem eliminá-los.
Trailer | CONHECE OS GRÁFICOS NOTÁVEIS D'A BATALHA DO PACÍFICO 2
Mais que uma fábula sobre cancro, Tia Guida é um livro sobre amor. Até onde pode a doença levar a família e a sua coragem? Assim começa a jornada atribulada da família do escritor, recheado de pequenas surpresas.
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Repetires o passo 4.
O passatempo Tia Guida termina às 23H59 do dia 30 de abril e é válido para residentes em Portugal. Boa Sorte 😉!
Sinopse | TIA GUIDA
"Não me lembro do dia exacto, nem da hora exacta, mas lembro-me exactamente de como me senti.
Despertei. Peguei no telefone e digitei o número que pretendia. A chamada estava estabelecida. Estava prestes a receber notícias que ansiava receber há já alguns dias. Mas nem por um segundo equacionei a hipótese de serem tão negras como aquelas que recebi naquele dia. Cancro. Sim, tinha ouvido bem. Cancro."
O elenco de prestígio desenvolveu um filme com alguma comédia, um romance normal e um final marginal. Madame tem a sua graça.
Madame começa com uma dose de bom humor, simplicidade e comédia singular. Foge à rotina, e ainda nos apresenta um elenco promissor. Infelizmente, depressa se desvia para a banalidade das traições conjugais e estereótipos sociais. O seu desenvolvimento não é 100% previsível, mas está lá perto.
Maria (Rossy de Palma) em Madame
A Rossy de Palma e a Toni Collette são o alto deste filme. A intriga principal, tal como a maioria do humor, gira em torno delas. Palma carrega a força de uma geração emigrante a fazer de tudo para manter a família. Por outro lado, Collete mostra como a pequena classe rica não está isenta de sentir inveja, ou o coração em momentos tão necessários. Esta dupla de mulheres brilhou, mesmo com a falta de criatividade do guião. Em papéis de importância escassa, estão Harvey Keitel e mais meia-dúzia de figurantes a exporem as fraquezas bastante sabidas dos homens.
Ao escrever 'final marginal' no começo deste artigo, abordo um dos melhores pormenores de Madame. Em vez do felizes para sempre típico dos romances, o filme apresenta-nos uma realidade muitíssimo realista e que não é propriamente triste.
Paralelamente à história principal, temos Tom Hughes a viver Steven Fredericks. Steven é um escritor que encontra inspiração na criada invulgar que é Maria (Rossy de Palma), seguindo de perto o seu romance com um dos homens mais ricos... que a confunde com um membro da família real.
Madame não é uma comédia imperdível, nem contém um amor capaz de derreter o coração. É um filme interessante pelo seu elenco muito belo, nitidamente capaz.
Sinopse | MADAME
Tentando dar nova vida a um matrimónio moribundo, um casal americano rico e com boas ligações, Anne e Bob, muda-se para uma mansão na romântica cidade de Paris.
Enquanto prepara um luxuoso jantar para um grupo de amigos, Anne descobre que há 13 convidados à mesa. Em pânico, insiste que a sua leal criada Maria (Rossy de Palma) se disfarce de misteriosa aristocrata espanhola para alterar o número agoirento. No entanto, demasiado vinho e conversas divertidas levam a que Maria capte, por acidente, as atenções de um britânico comerciante de arte (Michael Smiley).
O romance que se segue vai levar Anne a perseguir a criada pelas ruas de Paris e, finalmente, a planear destruir esta inesperada união amorosa.
Trailer | CONHECE A DUPLA DE ATRIZES QUE DÁ VIDA A MADAME
Recheada de magia, passámos a Páscoa na presença do cinema do mês. Um filme em particular revelou-se uma enorme surpresa. Suspeitas qual?
Tomb Raider não tem comparação ao Lara Croft, de 2001. Não é o falhanço que alguns prediziam, nem o sucesso que outros desejavam. Sabe mais.
O Ready Player One: Jogador 1 é um filme bombástico. Resta a dúvida se a criatividade extrema se deve à mente ímpar do Steven Spielberg, ou ao escritor do livro homónimo, Ernest Cline. Conhece a análise do filme.
Aniquilação é facilmente um dos filmes mais complexos da Netflix. Com uma mensagem poderosa, revela-se bastante belo.
Aniquilação expõe a face gélida do medo. Não esperes encontrar muitos sustos, mas antes a impotência de descobrires algo capaz de mudar a Terra para sempre e já não seres a mesma pessoa que eras no início para conseguires salvá-la.
É o ideal se procuras um quebra-cabeças com mistério e horror, um tema que te faça refletir. O elenco esteve bem, especialmente a Natalie Portman e a Jennifer Jason Leigh. A história torna-se bela com os efeitos e contornos ligeiramente macabros e estranhos que fogem do nosso 'normal'. Apenas apreendo o filme por algumas fragilidades técnicas. Ao fim de 3 anos a enviarem militares para a zona contaminada e sem terem nenhum regresso, usar equipamento contra radiação/contaminação seria uma ideia abordada por profissionais.
A Entrada da Área X
O desfecho suscita a sequela, que aguardo com afinco. Aniquilação é baseado no livro homólogo do Jeff VanderMeer, que entretanto compôs uma trilogia da saga. Abaixo relato a minha perspetiva do fim do filme (com Spoilers!). Tenciono ler a trilogia e logo dir-te-ei mais 😉.
DESFECHO POSSÍVEL DE ANIQUILAÇÃO
No final, vemos Lena, a bióloga, abraçada ao que parece ser o seu marido. Um observador atento, no entanto, sabe que aquele não é o seu marido. Embora ele seja uma cópia fisicamente igual, é extraterrestre. Lena, por outro lado, também já não é inteiramente ela. No último momento vemos o casal com os olhos cintilantes. Ora, durante o percurso sobre a terra contaminada, Lena foi transformada. Como o próprio filme sugere, o DNA que se encontra na Área X é refletido e todos os seres vivos são misturados.
Assim, embora a zona contaminada tenha sido reduzida a cinzas, sobra a questão: Quem é a atual Lena? Há razão para temermos os seus próximos passos? ... Sim, há.
Sinopse | ANIQUILAÇÃO
Quando o seu marido desaparece durante uma missão secreta, a bióloga Lena junta-se a uma expedição a uma misteriosa região isolada pelo governo dos EUA, a Área X. Este é um local isolado da civilização onde as leis da natureza não são regra. Lena precisa de lidar com a misteriosa contaminação, animais letais e ainda procurar por pistas dos colegas desaparecidos, incluindo, claro, o seu marido.
Trailer | DESVENDA A COMPLEXIDADE DO MUNDO DE ANIQUILAÇÃO
Ready Player One supera todas e quaisquer expectativas. Com pormenores de saborear e chorar por mais, o filme expõe os alicerces do cinema. Spielberg voltou e triunfou.
Não há crítica que faça jus ao Ready Player One, pelo que darei o meu melhor. O filme conta com efeitos visuais de primor, que se fundem com o seu enredo bombástico e alusivo ao passado do cinema. Basta conheceres alguns clássicos como The Shinning, Chucky, Regresso ao FuturoouO Gigante de Ferro para te interligares com ele.
Retrata uma jornada de superação e coragem face à opressão e ganância. Embora seja um tema bastante abordado, Spielberg retratou-o como só ele sabe. Nomes como Bill Gates ou Stephen King e dilemas como a realidade virtual ajudam a formar o puzzle que o realizador nos preparou.
O amor é uma vertente em força no Ready Player One. Não é utilizado em exagero, mas antes como argumento a favor. Embora o filme tenha uma duração superior a duas horas, não damos por elas (ao contrário da maioria, como Logan). As personagens têm uma complexidade notável, guiadas por um elenco de louvar e técnicos capazes de montar um mundo virtual magnífico. A banda sonora e a cultura pop foram escolhidas a dedo pelo próprio Spielberg e arrasaram.
Se procuras uma obra suficientemente boa para estreares ou recordares a sala IMAX, esta é a tua oportunidade! Com os seus efeitos magnânimos, Ready Player One supera a maioria dos filmes que já passaram por essas salas e, digo eu, conquista lugar no TOP 10 dos filmes de 2018 e da própria carreira do realizador. Uma obra de apreciar, saborear e recordar. Congratulo Ernest Cline, Zak Penn, Eric Eason pelo argumento robusto e original.
E se pudesses alternar entre o mundo real e virtual? Conseguirias viver em ambos? Mais importante, conseguirias sobreviver ao processo?
Sinopse | READY PLAYER ONE: JOGADOR 1
No ano de 2045, com o mundo à beira do caos e do colapso, as populações procuram alívio no universo virtual OASIS, criado pelo brilhante e excêntrico James Halliday (Mark Rylance). Quando Halliday morre, é anunciado que a sua imensa fortuna pertencerá à primeira pessoa que encontrar um segredo escondido algures no jogo.
Wade Watts (Tye Sheridan) decide participar na competição a nível planetário e vê-se arrastado para uma perigosa caça ao tesouro, num universo fantástico rodeado de mistério e perigo.
Trailer | CONHECE O MUNDO FENOMENAL DE STEVEN SPIELBERG
Tomb Raider cumpriu as expectativas. Não é propriamente o que esperamos, nem exatamente o que queremos.
Entre este Tomb Raider e Lara Croft: Tomb Raider (2001) não há comparação possível. As histórias são díspares, as atrizes singulares e o espaço temporal diferenciado por 17 anos de avanços cinematográficos. Na minha perspetiva, a única semelhança é o nome 'Lara Croft', motivo pelo que não farei comparações sobre os dois filmes durante a análise.
O enredo do Tomb Raider satisfez. Apreciei os cenários e a base da história, no entanto, o seu desenvolvimento é demasiado mecânico. Um exemplo é a amizade repentina e forçada entre o capitão e Lara, ou o final apressado e muitíssimo previsível. Infelizmente, a sua lealdade para com o videojogo original comprometeu mais do que proporcionou. Não apreciei as 1001 vidas das personagens, mesmo sendo uma faculdade inspirada no jogo. Tornou-se mais que óbvio quando é que as personagens iriam conhecer o seu fim, pelo que não houve a adrenalina que o jogo transmite.
Alicia Vikander dá vida a uma jovem Lara Croft com todos os dilemas do quotidiano. De certa forma, a relutância de Lara em receber a fortuna do pai, sobrevivendo através de 'tarefas ilícitas', é um grande cliché. Enquanto assistia, deparei-me a pensar em filmes como Tron: O Legado, que começam de forma similar. A protagonista representou com afinco, abordando uma Lara Croft revigorada e fiel ao jogo.
Por outro lado, Tomb Raider é um filme recheado de ação e aventura. Adorei o pormenor da misticidade do túmulo da Rainha Himiko e acredito que deveria ter sido mais abordado no final.
Tomb Raider é o remake mais fidedigno do videojogo que lhe deu origem. Não será recordado pela sua originalidade ou adrenalina, embora seja um filme digno do grande ecrã.
Sinopse | TOMB RAIDER
Lara Croft é a filha de um aventureiro excêntrico que desapareceu quando ela chegou à adolescência. No presente, com 21 anos e sem qualquer rumo ou objetivo real, Lara percorre as ruas de Londres como estafeta de bicicleta e um parco salário. Também frequenta a universidade, mas raramente vai às aulas.
Determinada a criar o seu próprio caminho, recusa-se a assumir as rédeas do império global do pai com a mesma firmeza com que rejeita a ideia de que ele está morto. Aconselhada a enfrentar os factos e a seguir em frente após sete anos sem ele, nem a própria Lara consegue entender o que a motiva a finalmente resolver o enigma da misteriosa morte do pai.
Deixando tudo para trás, Lara parte em busca do último paradeiro conhecido do pai: um túmulo lendário numa ilha mítica que poderá ficar algures ao largo da costa do Japão. Mas a sua missão não será fácil; conseguir chegar à ilha será extremamente arriscado. Contra as probabilidades e armada apenas com a sua perspicácia, fé cega e espírito intrinsecamente teimoso Lara tem de aprender a superar os seus limites enquanto viaja para o desconhecido.