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domingo, 21 de outubro de 2018

Venom | Análise do filme Marvel


venom 2018
Título: Venom
Realizadores: Ruben Fleischer
Estreia: 04 de outubro de 2018
Idade que Recomendamos: +10
Género: Ação, Drama, Scifi
Duração: 112 minutos

"Venom" não parece um filme Marvel. Com uma gravidade bem-humorada, apresenta um guião eletrizante e um conjunto credível de sensações. Entramos como espectadores, saímos como cúmplices. 


Na minha perspetiva, os filmes Marvel têm estado numa espiral de decadência (caso queiras saber mais ou desmentir-me, carrega aqui 😉). Tanto que, quando chegou a vez de "Venom", estava já num estado de profundo ceticismo. O filme surpreendeu, não só por evitar o dramatismo exagerado dos últimos blockbusters da Marvel, mas também pelo humor digno e contrário às comédias disparatadas (como o "Homem-Formiga e a Vespa" e "Deadpool 2"). 

A primeira meia-hora de "Venom" esteve aquém do resto do filme. Embora tenha sido necessário para contextualizar o nosso protagonista, acredito que ainda podia ser aprimorado. Depois desta parte, entramos numa viajem de auto-descoberta espantosa e eletrizante. É sabido que esta longa-metragem é apenas o começo de Venom, a apresentação formal do anti-herói, digamos. Todavia, em vez de apresentarem a personagem com uma forte componente visual, como foi o caso de "Pantera Negra", os cineastas optaram por uma vertente mais sensacionalista, e acertaram em cheio. 

"Venom" tem uma notável componente sensitiva. A meio do filme, encontrei-me a sentir inveja da personagem. Isto é comum? Não. 

Venom | Análise do filme Marvel
Eddie Brock e o Simbionte (Venom)

Certamente, não basta um guião recheado de sensações. Para atingir o público, a história tem de ser minimamente credível e, se possível, realista. Ora, em oposição à maioria dos filmes Marvel dos últimos anos, "Venom" apresenta um mundo similar ao nosso, e o que fantasia é regido da bem-vinda ficção científica.

Em relação ao elenco, temos Tom Hardy como Eddie Brock/Venom, Riz Ahmed como o vilão-visionário Carlton Drake e Michelle Williams como a adorada Anne Weying. Enquanto os nossos heróis Eddie e Anna assentam como uma luva na história, o vilão Carlton pareceu-me mecanizado, como se tivesse de ser o vilão porque... bem, porque sim. Ainda refiro a atriz Jenny Slate, que representou fielmente a mente científica — Qual é o limite da ciência?

Venom, Crítica de cinema

Finalmente, falemos da componente visual de "Venom". Os efeitos e adereços cénicos são aceitáveis. Não são nada de outro mundo, mas acompanham a tenacidade do guião.

"Venom" destaca-se pela forma como interage com o público. Tenta ser mais do que uma história da carochinha, e consegue-o.


P.S. — Para variar, contrariei a crítica americana, como podes ver pelo IMDb. Concordas com que perspetiva?

Sinopse | CONHECE O FILME MARVEL DO MOMENTO

Um dos mais complexos e enigmáticos anti-heróis da Marvel chega ao grande ecrãs com Tom Hardy no papel do letal protetor reconhecido como... Venom.

No seguimento de um escândalo, o jornalista de investigação Eddie Brock tenta descobrir o que se passa na misteriosa Life Foundation, mas acaba por se tornar hospedeiro involuntário de um alienígena simbionte, conferindo-lhes super-poderes e um alter ego violento.

Trailer | APRESENTA-TE AO VENOM


Avaliamos — 4,2/5,0 estrelas

Venom | Análise do filme Marvel

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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Homem-Formiga e a Vespa | Crítica Marvel


Homem-Formiga e a Vespa
Título: Homem-Formiga e a Vespa (Ant-Man and The Wasp)
Realizador: Peyton Reed
Estreia: 15 de agosto de 2018
Idade que Recomendamos: +8
Género: Aventura, Ação e Comédia
Duração: 118 minutos

"Homem-Formiga e a Vespa" diverte com um humor despretensioso, embora careça de bases científicas. É fresco, mas previsível.


Considero "Homem-Formiga e a Vespa" um dos filmes mais inverosímeis da Marvel. Se algo tem de acontecer às personagens — como voar, mingar, estar ali e, de repente, aparecer acolá e alcançar o nível quântico —, então sucede-se espontaneamente e sem a menor explicação. Enquanto o primeiro Homem-Formiga mantinha algumas bases científicas, esta sequela fortalece-se com um humor animado, semelhante ao primeiro "Deadpool" (diferente de "Deadpool 2", dominado por piadas estupidamente secas). Ver prédios a diminuir até o tamanho de carteiras e formigas maiores que cães encaixa no ambiente descontraído do verão.

Os gráficos e efeitos visuais estão bem-concebidos, e o elenco conseguiu encarnar a história caricata (embora não distinga nenhum ator em especial). Para o orçamento elevado  — 140 milhões de euros, três vezes o orçamento de "Deadpool" — esperava um filme mais elaborado e, como costume, foi o guião o fator limitante.

Homem-Formiga e a Vespa

A Cena de Stan Lee:

O célebre Stan Lee surge, como já é regra, por uns breves momentos na longa-metragem. A personagem de 95 anos conta uma piada, que acredito que muitos não entenderam (alerta Spoiler):

Os anos 60 foram ótimos, mas agora estou a pagar por eles.

A piada de Lee remonta aos psicadélicos no auge dos anos 60 em São Francisco, onde a área de Haight-Ashbury era conhecida por ser o centro da concentração do Verão do Amor (o maior movimento político dos EUA até à data, onde 300 mil manifestantes se opuseram contra a guerra e estimularam estilos de vidas alternativos envolvendo drogas, música e a natureza).

Cenas pós-creditos:

Abordando o final, existem duas cenas pós-créditos. A primeira é importantíssima e está diretamente relacionada a "Vingadores: Guerra do Infinito", complicando bastante a missão do nosso Homem-Formiga. A segunda cena é somente acessória, pelo que não à problema se a perderem.

Considerada a comédia Marvel deste verão, "Homem-Formiga e a Vespa" é mais complexo do que parece e menos lógico do que devia.


Sinopse | RELEMBRA A VISÃO DO MUNDO QUÂNTICO

Depois de "Capitão América: Guerra Civil", Scott Lang (Paul Rudd) tem de lidar com as consequências das suas escolhas como super-herói e pai. Enquanto luta para reequilibrar a vida pessoal e as suas responsabilidades como Homem-Formiga, é confrontado por Hope van Dyne (Evangeline Lilly) e Dr. Hank Pym (Michael Douglas) com uma nova missão. Scott terá uma vez mais de vestir o fato de Homem-Formiga e aprender a lutar ao lado de Vespa, enquanto a equipa trabalha em conjunto para desvendar os segredos do passado.


TRAILER | ENTRA NA EQUIPA DO HOMEM -FORMIGA E DA VESPA

sábado, 19 de maio de 2018

Deadpool 2 | Crítica à comédia da Marvel

Deadpool 2
Título: Deadpool 2
Realizador: David Leitch
Estreia: 17 de maio de 2018
Trailer & Sinopse: Em anexo
Idade que Recomendamos: +14 anos (maturidade)
Género: 50% ação e 50% humor/estupidez

"Deadpool" é um dos filmes com maior destaque na Marvel pelo humor fresco e dinâmico. No entanto, "Deadpool 2", a sua sequela, não está longe de ser um fracasso épico.


A Marvel tem altos e baixos e 2018 parece ser, francamente, um dos anos mais fracos. Não só "Vingadores: Guerra do Infinto" contém um guião pobre, como "Deadpool 2" veio sem o humor original e com uma dose excessiva de estupidez. De todo o filme, pouco tenho a elogiar para além da banda sonora. 

Se me perguntares: O "Deadpool 2" aproxima-se de uma desastre como o "Sharknado" (que ironicamente é referido no filme)? Posso afirmar que, em parte, é. Os efeitos cénicos são em muito superiores à paródia dos furacões de tubarões, porém, o guião é similar. Não só conseguiram conceber uma história irrealista, mesmo para um suposto super-herói imortal e intocável, como ainda presumiram que um conjunto de pequenas piadas compensaria a estupidez doentia que enche o filme.

Deadpool 2

À semelhança de uma das maiores criações de Spielberg, o filme "Ready Player One: Jogador 1", Deadpool tem um conjunto de referências reais que nos aproxima da aventura. Infelizmente, o guião previsível, frouxo e várias vezes monótono estraga as pequenas qualidades que podiam compor um título decente.

Imagino que se "Deadpool 2" não fosse a sequela de uma boa comédia, ou se não tivesse o nome "Marvel" a acompanhar, seria um fracasso desconhecido. São muitas as cenas onde o filme parece implorar-nos por um sorriso, quando apenas consegue um bocejo.

Resumindo, "Deadpool 2" não é mais que um cliché de super-heróis coberto de piadas secas. Em gastronomia, seria igual a um queque sem ovos, açúcar e paladar.

Onde está a Marvel que conhecíamos?

Sinopse | DEADPOOL 2

Depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, o desfigurado chef de cafetaria Wade Wilson luta para cumprir o sonho de se tornar o barman mais sexy de Mayberry, enquanto lida com o facto de ter perdido o paladar.

Na procura do gosto pela vida, e do capacitador de fluxo de "Regresso ao Futuro", Wade terá de lutar contra ninjas, contra a Yakuza e enfrentar uma matilha de cães sexualmente agressivos, enquanto viaja pelo mundo a fim de descobrir a importância da família, da amizade e dos sabores, ganhando um novo gosto pela aventura e a caneca de café mais cobiçada, aquela que ostenta a frase: "Melhor Amante do Mundo".

Trailer | CONHECE A SEQUELA DE DEADPOOL


Avaliamos — 2,4/5 estrelas

Deadpool 2

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Vingadores: Guerra do Infinito | Crítica


terça-feira, 1 de maio de 2018

Vingadores: Guerra do Infinito | Crítica


Vingadores: Guerra do Infinito
Título: Vingadores: Guerra do Infinito (Avengers: Infinity War)
Realizador: Joe Russo, Anthony Russo
Estreia: 25 de abril de 2018
Trailer & Sinopse: Em anexo
Idade que Recomendamos: +8 anos (complexo)
Género: Marvel

Ao contrário do que os mídia revelam, "Vingadores: Guerra do Infinito" não me surpreendeu. O elenco e efeitos cénicos são bons, mas não definem o filme.


Conheço satisfatoriamente bem o universo Marvel e sinto que o guião ficou aquém do nome e das expectativas. As demandas Marvel caracterizam-se por aventuras regidas de lógica, onde coexistem a bravura, o sacrifício pelo povo e a moral. Ora, neste terceiro volume dos Vingadores temos cenas claramente forçadas, falsas e incoerentes, que parecem alimentar a vontade desmedida de uma sequela. A seguir, eu explico-te o ponto de vista (com spoilers).

Primeiro, temos as personalidades múltiplas de Thanos. Inicialmente, ele extermina toda a população de Asgard, que estava desarmada e rendido. Parece tê-lo feito sem compaixão, réstia de reflexão ou moral. No entanto, mais tarde, são muitas as vezes em que ele refere querer salvar todas as espécies da galáxia, sacrificando apenas metade delas para o efeito. Então, o que é feito da metade de Asgard (segundo alguns, ainda haverá uma segunda nave no filme seguinte)? Bem, até podemos pensar que, como os asgardianos são deuses e deusas guerreiros, são uma ameaça... Mas não! Quando chega a parte em que Thanos está prestes a matar o Iron Man, ele parece dominado por um oceano de moral, enaltecendo exacerbadamente o herói. Ora, os asgardianos também são heróis do universo Marvel, então, porquê matá-los como vermes e, na vez do Iron Man, que teoricamente Thanos nunca conheceu, mergulhar-se em decência?

Continuando, chegamos à parte que comprometeu todo o brio que o guião podia deter. Thanos está imobilizado pela Mantis (a alienígena dos Guardiões da Galáxia) e pelo Doctor Strange, enquanto o Iron Man e Homem-Aranha lhe retiram a luva. Eles vão ser bem-sucedidos, até o pobre vilão confessar ter morto a filha, Gamora. Nesse momento, o Senhor das Estrelas descobre que a sua amada está morta e sente uma vontade sobre-humana de esmurrar Thanos no rosto. Todos os heróis à sua volta dizem com uma boa antecedência para ele se conter, e a Nebula, a irmã de Gamora (aquela robô poderosa, fria e fortíssima) está mesmo ao lado dele. Todavia, ele não se consegue conter, e a robô perspicaz não se lembra de o impedir... e é assim que Thanos foge para continuar a saga.   

A vontade de estender a duração do filme não fica por aqui. Depois de Thanos conseguir a pedra do tempo, ele encaminha-se para a Terra, sendo o Vision o alvo seguinte da sua obsessão. Bem, neste momento os nossos heróis sacrificam Wakanda para tentar a possibilidade de salvar Vision enquanto destroem a pedra da sabedoria. Mesmo sendo mais que óbvio que Thanos andará para trás no tempo para a recuperar, não compreendo como é que um herói passou a valer mais que um inocente, e até do que um país. Se refletirmos, Wakanda não entraria no conflito se não fosse a esperança desmedida de salvar Vision.

Finalmente, reparamos na luta inicial do Vision e da Scarlet Witch contra dois dos capangas de Thanos. Por vezes, fica bem na banda desenhada o vilão fugir para uma bem-vinda sequela. Porém, é necessária cautela quando passamos a ideia para filme. A Viúva Negra e o Capitão América conseguem encurralar os vilões, mas, em vez de os eliminarem (como aconteceria no mundo real), ou de reagirem de alguma outra forma, ficam parados à espera de que os vilões derrotados fujam. Mesmo na sua fuga, os nossos heróis ficam a vê-los subir até à nave espacial como se nada fosse.

Considerando que as pedras do infinito foram criadas com o início do Universo, também seria de esperar que elas superassem o martelo estelar de Thor, que não é o caso. Penso que não conseguiram fazer a distinção entre o poder de "um sistema estelar" e a dimensão do próprio Universo.

Para além do que foi referido, temos um exagero de clichés e trivialidades. Não penso que "Vingadores: Guerra do Infinito" seja um desastre. Afirmo, sim, que está longe de ser um filme 5*, ou o melhor do universo Marvel. Há filmes onde não podemos apontar um dedo, e este não é um deles.

Vingadores: Guerra do Infinito

Sinopse | VINGADORES: GUERRA DO INFINITO

A viagem cinematográfica sem precedentes que se iniciou há dez anos e abrange todo o Universo Cinematográfico Marvel culmina em "Vingadores: Guerra do Infinito", o mortífero e decisivo confronto.

Os Vingadores e os seus aliados terão de estar dispostos a sacrificar tudo na tentativa de derrotar o poderoso Thanos, antes que a sua tempestade de destruição e ruína ponha fim ao universo.

Trailer | CONHECE A AMEAÇA DOS VINGADORES



Avaliamos — 3,8/5 estrelas

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Black Panther | A Opinião do filme da Marvel


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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Black Panther | A Opinião do filme da Marvel


Black Panther
Título: Black Panther (Pantera Negra)
Realizador: Ryan Coogler
Estreia: 15 de fevereiro de 2018
Trailer & Sinopse: Em anexo 

Black Panther é um filme com efeitos e representações fenomenais, embora limitado pela sua própria história. A Marvel está num bom caminho.


Ninguém pode negar que a Black Panther tem um elenco quase divino. Para além do mais, a maioria das personagens está revestida de adereços ímpares, com cenários dignos de reconhecimento. Este é um dos primeiros títulos da Marvel a incidir num continente que não o americano (África).

Este título podia ser o melhor do ano e dos estúdios da Marvel. Infelizmente, houve alguns contras. Um deles foi a falta de caráter do protagonista. O ator que deu vida ao principe de Wakanda (Pantera Negra) representou com esmero, embora a sua personagem se limite a ser levada pela convicção das outras. Isto contraria o Pantera Negra das bandas desenhadas, que é um dos super-heróis com mais personalidade e inteligência. Outro ponto negativo foi a contradição de Wakanda ser o país mais evoluído do mundo, e de, no final, fazer o mesmo que todos as outras nações: inaugurar uma organização. Devo ainda alertar que a maioria dos que leram as BD's saem desiludidos. Se não as leste, prepara-te para seres positivamente surpreendido.

Pantera Negra

Falei do que menos gostei do filme, todavia, há prós a serem abordados. O elenco secundário é extremamente talentoso. Aqui estão as menções especiais: Danai Gurira (General Okoye, a minha personagem favorita), Lupita Nyong'o (Nakia, a "parceira" do Pantera Negra), Angela Bassett (Ramonda, a Rainha Mãe), Florence Kasumba (Ayo, a principal discípula da General), Daniel Kaluuya (W'Kabi, que conseguiu que eu sentisse genuína repugnância pela sua traição) e Letitia Wright (Shuri, a irmã do Pantera Negra, que trouxe uma lufada de ar fresco às tradições ancestrais do seu povo).

As peculiaridades tribais de Wakanda distinguem-na dos restantes países, ao mesmo tempo, a sua tecnologia consolida a ideia de podermos, de facto, ter um país futurista escondido. A ligação entre os filmes da Marvel é uma constante, mas este revela elos especiais com os títulos anteriores, em especial a morte do Rei T'Chaka no filme Capitão América: Guerra Civil.

Apreciei as perspetivas da gravação fora do comum. Em alguns filmes, quando a câmara gira até ficar do avesso pode ser confuso, contudo, encaixou na perfeição na Pantera Negra.

Black Panther é graficamente deslumbrante e possui um elenco (secundário) de arrasar. O enredo é sem dúvida a pior faculdade do título. Aconselho-o para qualquer idade e suscetibilidade 😉.


Sinopse | BLACK PANTHER (PANTERA NEGRA)

Além de possuir habilidades obtidas através de um antigo ritual da sua tribo, T'Challa, príncipe do reino de Wakanda, é conhecido pelos sentidos apurados e pela excecional inteligência. Quando, após a morte do pai, regressa a casa como seu sucessor, encontra um país fraturado e o seu reinado ameaçado pelo Killmonger, o seu adversário de longa data. O conflito que se avizinha é de tal dimensão que pode extravasar as fronteiras de Wakanda, com consequências avassaladoras para todo o planeta.

Trailer | CONHECE A WAKANDA DA BLACK PANTHER

Avaliamos — 4,1/5 estrelas

Opinião, Pantera Negra


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